
A adoção de automação em sistemas de combate a incêndio torna-se cada vez mais relevante em edifícios corporativos, escolas, hospitais e condomínios. Com o avanço da Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, monitoramento remoto e integração de plataformas, os responsáveis por segurança predial e prevenção de incêndios precisam antecipar as tendências para 2026. A Alternativa Incêndios (fundada em 2011 e atuante em todo o Estado de São Paulo) apresenta uma análise técnica e estratégica para gestores prediais, engenheiros de segurança, síndicos e profissionais de compliance sobre as inovações em combate a incêndio e como se preparar para elas.
Automação em sistemas de combate a incêndio refere-se à integração de tecnologias que permitem detecção, acionamento, monitoramento e manutenção preditiva de componentes de proteção ativa contra incêndios — como sprinklers, hidrantes, extintores, alarmes, detectores de fumaça/calor — por meio de plataformas digitais, sensores inteligentes e inteligência preditiva. Por exemplo, sistemas automatizados podem detectar anomalias de temperatura ou fluxo e acionar automaticamente alarmes ou sprinklers.
Assim, a automação eleva o patamar de segurança, reduz tempo de resposta e fornece dados para manutenção focada. Para empresas, escolas e condomínios, entender essas evoluções garante adequação normativa, gestão eficiente e menor risco.
1. Sensores inteligentes e monitoramento em tempo real
– Detectores conectados em rede, capazes de reportar falha, obstrução ou disparo indevido.
– Uso de IoT para monitorar pressão de água em bombas, nível de reservatórios, integridade de vedações e mangueiras.
2. Análise de dados e manutenção preditiva
– A coleta de dados via sensores permite aplicar algoritmos que antecipam falhas em sistemas de combate a incêndio, reduzindo o tempo de inatividade.
– Estudos recentes mostram aplicações de detecção de fogo com aprendizado de máquina. arXiv+1
3. Integração de sistemas e automação predial
– A automação predial (BMS – Building Management System) está sendo integrada aos sistemas de combate a incêndio para troca de dados: por exemplo, se um detector disparar, o BMS pode acionar exaustores, abrir cortinas corta-fogo, desligar portas automáticas. greenbms.com.br
4. Visualização remota, realidade aumentada e drones
– Monitoramento remoto via câmeras térmicas ou drones, realidade aumentada para equipe de brigada visualizar rotas de fuga, detecção de zonas quentes ocultas.
5 Cybersegurança e resiliência dos sistemas automatizados
– Com a conectividade cresce também o risco de interferência mal-intencionada: sistemas de combate a incêndio automatizados precisarão estar protegidos contra ciberataques, garantindo disponibilidade em situações críticas.
Empresas
Treinar equipes de manutenção para lidar com sensores, plataformas e análise de dados — não apenas verificar fisicamente equipamentos.
Avaliar se o edifício possui infraestrutura para automação: cabeamento, rede, integração com BMS.
Durante reformas ou expansão, prever automação de combate a incêndio desde o projeto.
Condomínios
Mesmo em empreendimentos menores, considerar soluções escaláveis de automação para hidrantes, detectores, monitoramento remoto da casa de bombas.
Síndicos e administradores devem entender que automação não anula responsabilidades normativas — o Decreto 69.118/2024 e outras normas continuam exigindo manutenção, vistoria e em muitos casos o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) válido.
Avaliar fornecedores de automação que já atuam com edificações de risco e apresentem garantias técnicas.
A automação em sistemas de combate a incêndio deve respeitar as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e requisitos do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.
A norma ABNT NBR 17240 (sistemas de hidrantes e mangotinhos) continua vigente e exige manutenção e funcionalidade.
Mesmo que um sistema seja “inteligente”, é necessário possuir cronograma de manutenção, relatório técnico e evidências para auditoria.
A Alternativa Incêndios recomenda que, ao adotar automação, seja feita integração documental: manual técnico,Plano de Manutenção, relatório de verificação dos sensores, histórico de alarmes e falhas.
Etapa 1 — Diagnóstico
Verificar qual o nível atual de automação: quantos sensores, qual o sistema de supervisão, se dados são coletados em tempo real.
Identificar lacunas: ausência de integração, sensores obsoletos, sistema sem redundância.
Estimar custos de retrofit de automação, cabeamento, integração com BMS, treinamento.
Priorizar áreas de maior risco: centro de dados, laboratórios, ginásios, depósitos de materiais inflamáveis.
Escolher fornecedores com experiência em combate a incêndio, que conheçam normas de edificação e sistemas automatizados.
Verificar compatibilidade com infraestrutura predial (energia, rede de dados, redundância).
Formar equipe predial ou de segurança para interpretar dados, responder alarmes automáticos e acionar brigada de incêndio.
Simular cenários: como o sistema reage se um sensor disparar, se uma bomba falhar, se houver falha de rede.
Estabelecer KPIs (ex: número de alarmes falsos, tempo de resposta, número de manutenções preditivas vs corretivas).
Atualizar sistemas e processos conforme novas normas e inovações.
A Alternativa Incêndios, com experiência desde 2011 em todo o Estado de São Paulo, oferece:
Auditorias técnicas para nivelamento da automação em sistemas de combate a incêndio.
Consultoria para projeto e integração de sensores, plataformas IoT, automação predial em conformidade normativa.
Treinamentos para equipes prediais e de segurança focados em automação, monitoramento e manutenção preditiva.
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A transição para a automação em sistemas de combate a incêndio representa uma evolução estratégica para empresas, escolas, hospitais e condomínios que buscam maior segurança, conformidade normativa e eficiência operacional. Para gestores prediais, engenheiros de segurança, síndicos ou profissionais de compliance, agora é o momento de planejar para 2026: diagnosticar, investir, integrar e treinar. A Alternativa Incêndios está à disposição para apoiar com nossa experiência técnica e regional — entre em contato conosco para uma avaliação personalizada e preparar o seu edifício para o futuro da prevenção contra incêndios.
