
Fevereiro é um mês crítico para a segurança contra incêndio em eventos
Fevereiro concentra um volume elevado de eventos temporários, confraternizações corporativas, festas de Carnaval, uso intenso de áreas comuns em condomínios, clubes, escolas e espaços de eventos. Esse cenário amplia significativamente os riscos e exige atenção redobrada à segurança contra incêndio em eventos, especialmente quando há alterações provisórias no layout, aumento de público e uso intensivo de instalações elétricas.
Negligenciar esses fatores pode resultar em interdições, multas, responsabilização civil e criminal do organizador, além de colocar vidas em risco. Por isso, revisar as medidas de prevenção antes de qualquer evento é uma obrigação técnica e legal.
A segurança contra incêndio em eventos difere da rotina normal da edificação porque envolve riscos temporários, muitas vezes não previstos no projeto original aprovado pelo Corpo de Bombeiros.
Entre os principais fatores de risco em eventos e festas de Carnaval, destacam-se:
Instalações elétricas provisórias;
Uso de equipamentos sonoros, iluminação cênica e efeitos especiais;
Aumento significativo da lotação;
Montagem de estruturas temporárias (palcos, tendas, divisórias);
Consumo de bebidas alcoólicas, que reduz a percepção de risco do público.
Sem uma revisão técnica adequada, esses fatores podem comprometer sistemas essenciais de proteção contra incêndio.
A primeira etapa é identificar os riscos temporários, que não existem no uso cotidiano do espaço. Isso inclui:
Sobrecarga elétrica em quadros e tomadas;
Uso de extensões e benjamins fora de padrão;
Materiais decorativos inflamáveis;
Equipamentos de aquecimento ou efeitos pirotécnicos (quando aplicável).
A análise deve ser feita por profissional habilitado, garantindo que as condições do evento não violem o que está previsto no AVCB ou CLCB da edificação. Em caso de dúvidas, uma vistoria técnica preventiva é indispensável. A Alternativa Incêndios atua diretamente nesse tipo de avaliação, alinhada às exigências do Corpo de Bombeiros.

As saídas de emergência são um dos itens mais fiscalizados em eventos temporários. Durante festas e confraternizações, é comum que rotas de fuga sejam obstruídas por mobiliário, decoração ou equipamentos de som, o que é uma infração grave.
Na revisão da segurança contra incêndio em eventos, é obrigatório verificar:
Rotas de fuga desobstruídas e contínuas;
Portas de emergência destravadas durante todo o evento;
Funcionamento adequado de portas corta-fogo;
Acesso fácil às áreas externas seguras.
Esses pontos devem estar em conformidade com as Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
utro fator crítico é o respeito à lotação máxima permitida. Eventos de Carnaval e confraternizações costumam extrapolar esse limite, seja por falha no controle de acesso ou por desconhecimento do responsável.
A segurança contra incêndio em eventos depende diretamente do dimensionamento correto do público, pois:
Impacta o tempo de evacuação;
Define a capacidade das rotas de fuga;
Influencia o dimensionamento dos sistemas de proteção.
A lotação máxima está indicada no AVCB ou CLCB e deve ser rigorosamente respeitada. Caso o evento altere significativamente o uso do espaço, pode ser necessária autorização específica do Corpo de Bombeiros.
A iluminação e sinalização de emergência são fundamentais para orientar o público em situações de pânico, comuns em ambientes com música alta e iluminação reduzida.
Na revisão da segurança contra incêndio em eventos, é essencial verificar:
Funcionamento das luminárias de emergência;
Autonomia das baterias;
Visibilidade das placas de saída, mesmo com luzes decorativas apagadas;
Ausência de interferência visual causada por painéis, banners ou iluminação cênica.
Esses sistemas devem seguir os critérios da ABNT NBR 10898 e das Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros, disponíveis no site oficial do Corpo de Bombeiros de São Paulo.
Um ponto muitas vezes negligenciado é a responsabilidade legal do organizador. Em eventos temporários, o responsável pode ser:
Síndico;
Administradora;
Empresa promotora;
Contratante do espaço.
Independentemente da função, quem organiza o evento responde por eventuais irregularidades. A ausência de revisão da segurança contra incêndio em eventos pode gerar:
Multas administrativas;
Interdição do evento;
Responsabilização civil e criminal em caso de sinistro.
Manter o AVCB válido, revisar os sistemas e garantir conformidade é uma medida de proteção jurídica, além de técnica.
A melhor forma de garantir a segurança contra incêndio em eventos é contar com uma empresa especializada, que conheça a legislação, as normas técnicas e a realidade operacional dos eventos temporários.
A Alternativa Incêndios atua com:
Vistorias técnicas preventivas;
Adequação de sistemas de emergência;
Apoio técnico para AVCB e CLCB;
Orientação para síndicos, gestores e organizadores.
Você pode entender melhor esses serviços acessando:
Eventos e festas de Carnaval exigem planejamento técnico. Revisar a segurança contra incêndio em eventos antes da montagem e da abertura ao público é a forma mais eficaz de evitar riscos, penalidades e situações de emergência.
Se sua empresa, condomínio ou instituição vai realizar eventos em fevereiro, procure orientação técnica especializada e realize uma inspeção preventiva. Segurança não é custo — é responsabilidade.